SHOWS E LANÇAMENTOS
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SHOWS E LANÇAMENTOS
Humanidade (Entreatos, 2018) ao vivo no Fino da Bossa - 17/07/2026
Em 2026, Vivi completa 10 anos de carreira como compositora. Para comemorar, criou um show autoral em que revisita canções desde seu primeiro álbum (Entreatos, 2018) acompanhada do trio formado por Lu Romanholi, Priscila Brigante e Rob Ashtoffen. O epsetáculo conta ainda com poemas de seu primeiro livro, 'surpresas são bem mais comuns que o tédio', intercalados com as canções. O resultado é um show cheio de energia e com arranjos completamente novos para as canções de Vivi. Um show que celebra uma trajetória mas também aponta caminhos novos, refletindo a inquietude e a impermanência tão presentes no trabalho de Vivi.
Show especialmente montado para o projeto Toda Terça um Jazz, com curadoria da Jazz Mansion. Realizado no dia 01/09/2026 no Bourbon Street Music Club. Neste show, Vivi revisita o repertório de Rita Lee, acompanahada de sua banda, intercalando os versos das canções com improvisos de voz, do baixo de Lu Romanholi e da guitarra de Rob Ashtoffen.
Falso amor (Vivi Rocha/Tiê Alves) e Jamburana (Dona Onete) ao vivo no Fino da Bossa - 28/06/2026
Uma vontade antiga de Vivi era realizar um show com músicas brasileiras para dançar. Um show que misturasse canções conceituadas com canções extremamente populares, um verdadeiro hi-low da música brasileira, homenageando músicas de diversas épocas, regiões e gêneros. O repertório passeia por Caetano Veloso, Ludmilla, Dona Onete, Claudinho e Buchecha, Luiz Gonzaga, Rita Lee e Marina Lima e está em constante transformação. O objetivo é um só: ninguém ficar parado!
Em 2025, tanto Gal Costa quanto Elis Regina fariam 80 anos. Como parte dessa comemoração, Vivi idealizou o show Perdida no Paraíso, concebido a partir da leitura do livro 'Não se assuste pessoa! As personas políticas de Gal Costa e Elis Regina na ditadura militar', do jornalista Renato Contente. Junto com Renato, montaram o roteiro desse espetáculo sobre as diversas formas de resistir em tempos difíceis. O espetáculo passeia pelo repertório das duas cantoras durante a ditadura militar e mescla suas duas personalidades aos anseios, angústias e alegrias possíveis, com a releitura cheia de personalidade de Vivi, acompanhada de sua banda. O espetáculo teve 6 apresentações lotadas desde Setembro de 2025.
Velha roupa colorida (Belchior) ao vivo no Fino da Bossa - 08/05/2026
RISCO é o espetáculo que antecede o terceiro álbum de Vivi, previsto para ser gravado e lançado em 2027. Neste show, Vivi apresenta canções inéditas com o trio que a acompanha: Lu Romanholi no baixo, Rob Ashtoffen na guitarra e Priscila Brigante na bateria. Tanto disco quanto show valorizam o humano. É música que acontece no momento, que valoriza o coletivo e as decisões que são tomadas no olho no olho. O improviso que, tanto na música quanto na vida, nos cobra presença e prontidão e que pode, apesar e por causa do risco, nos colocar diante dos melhores momentos da vida. A canção que dá o tom do disco/espetáculo é Inferno Astral, lançada em 2025.
Uma espécie de homenagem realista à cidade onde a cantora nasceu, cresceu e vive, Inferno Astral nos provoca a enxergar beleza no risco constante que a grande cidade nos impõe. Um blues recheado de sensualidade e com forte ênfase nos vocais que são a marca registrada da cantora, Inferno Astral vem nos provocar a valorizar a possibilidade dos encontros.
Impermanente é o segundo disco de estúdio de Vivi. Com 10 canções próprias e uma parceria com Habacuque Lima, também produtor do álbum, a obra versa sobre recalcular rotas (como indica a canção Novos Nortes: "onde se esconde o segredo que transforma o medo em norte? de quando em quando é possível transmutar um lar em sorte?"), se reencontrar no mundo (como na canção Um recado pra mim: "pra lembrar que eu tenho um lugar, pra cantar que eu devia estar bem aqui"), passando por canções de amor (como Com você e Debaixo d'água de olhos abertos), canções que falam sobre os encontros da vida (como Vagalume e Numa esquina) e canções de esperança (como Amanhã o sol e A vida volta a acontecer). Celebra, por fim a impermanência e a alegria de se manter em movimento (com as canções Vem cá, Fácil demais e Impermanente).
Segunda parceria lançada com Tiê Alves, este tango com produção de Vivi Rocha mistura o novo e o antigo. Com forte inspiração nas canções antigas sobre corações partidos, os dois cantautores trazem frescor ao gênero ao tratar a desilusão amorosa com dramaticidade e bom humor.
Live session solo gravada no Trampolim Estúdio. Entrou para lista de melhores live sessions de Junho de 2022 do Hits Perdidos.
Dois EPs de 7 faixas cada, gravados ao vivo em trio (com Vivi, Luciana Romanholi e Priscila Brigante) no Trampolim Estúdio. Fruto de uma série de shows online realizados em 2021, os EPs reúnem o melhor dessas apresentações que marcaram o período pandêmico. As faixas intercalam canções inéditas com canções dos trabalhos anteriores de Vivi (Entreatos e IMPULSO). Os dois EPs foram gravados e mixados por Habacuque Lima.
Série de lives realizadas por meio do ProAC LAB de 2020, celebrando o lançamento do EP IMPULSO. Gravadas ao vivo no Trampolim Estúdio com realização da Difusor Filmes.
Primeiro single em parceria com o cantor e compositor Tiê Alves, Nossa terra é inspirada no livro "Ideias para adiar o fim do mundo" de Ailton Krenak. Rendeu à dupla o prêmio INFluxo para ações em favor da Carta da Terra (2021). A canção conta com participação de coro formado por moradores do quilombo Bananeiras, da Ilha de Maré, na Bahia, comunidade que luta ativamente contra a exploração de petróleo na região.
Segundo trabalho da cantora e compositora Vivi Rocha, IMPULSO nos convida a buscar nossas raízes e fazer as pazes com elas, buscando força em quem nos antecedeu. As faixas Eu não vou e Aprendendo a dançar foram destaque nas playlists Radar Brasilidades e Toca MPB da Deezer em 2020.
Disco de estreia de Vivi Rocha, considerado de "surpreendente maturidade e ecletismo estéticos" pelo crítico Tárik de Souza, reúne influências diversas da formação musical e pessoal eclética de Vivi. É resultado de sua atuação no meio musical por 10 anos. O single de trabalho, Aquilo que me falta, entrou para a playlist Nova MPB do Spotify.